Segundo o primeiro-ministro, isso teria sido “o começo do fim para o povo judeu”.
“Este ano, enfrentamos um teste crucial. Há pouco mais de um ano, ficou claro para nós que o Irã estava preparando bombas atômicas para nos destruir. Esta não é uma afirmação vazia; não é uma ‘manipulação’. Se não tivéssemos agido com o espírito de ‘uma nação que se levanta como uma leoa e ruge como um leão’, eles teriam bombas atômicas, o que seria o começo do fim para o povo judeu. Fomos compelidos a agir”, disse ele.
“É diferente porque acontece depois de um ano em que desafiamos a história. A criação do Estado não impediu os ataques contra o povo judeu. Esses ataques continuaram. O que mudou foi a nossa capacidade de repeli-los. E se pensávamos que, depois do Holocausto, o antissemitismo desapareceria do mundo, não desapareceu. Não desapareceu por gerações e não se espera que desapareça”, acrescentou.
Ele acrescentou ainda que Israel “não só mudou o Oriente Médio, como também mudou a si mesmo, porque estamos fazendo coisas que nenhum país jamais sonhou em fazer”.
“Estamos trazendo as capacidades de segurança das Forças de Defesa de Israel e do Estado de Israel para todas as áreas. Será realmente emocionante e uma glória para este país, porque todos nesta nação querem se conectar ao mesmo lugar, que é motivo de orgulho”, acrescentou ela.
