Cristãos de origem muçulmana estão sendo alvos de perseguição em Bangladesh, impedidos em seus locais de trabalho e nas aldeias por muçulmanos radicais.
Perseguições
Em 17 de outubro de 2024, um frade capuchinho caminhava pelo parque perto do bairro histórico de Yemin Moshe, em Jerusalém, quando dois adolescentes judeus cuspiram nele sem dizer uma palavra.
A cada ano, a perseguição cresce em todo o mundo. E isso não é diferente nos países da América Latina. A Lista Mundial da Perseguição (LMP) é publicada anualmente desde 1993.
Cerca de 9% da população de Bangladesh é hindu. Shompa Roy é uma cristã de origem hindu no país. Aos 13 anos, ela se casou e, três anos depois, se tornou mãe.
Amir-Ali Minaei, um cristão de 31 anos, está na famosa prisão de Evin, no Irã, desde abril de 2024.
No extremo Norte de Camarões, os ataques constantes do Boko Haram, que saqueia ou destrói qualquer coisa de valor nos vilarejos, empobreceram a comunidade cristã de várias maneiras.
Bangladesh tem uma população de 170 milhões de pessoas, das quais mais da metade são mulheres. Geralmente, elas são vulneráveis em cada aspecto da vida. Entretanto, na última década, o governo tentou várias coisas a fim de melhorar suas vidas e dar a elas mais oportunidades de educação e emprego.
Somayeh Rajabi, uma cristã de origem muçulmana de 42 anos, foi recebeu liberdade condicional da prisão Mati Kala no Irã. Ela precisou pagar uma fiança de 4 bilhões de tomans (mais de 40 mil dólares) para ser liberta.
O jovem Juan Pablo* foi criado pela mãe e avó e conheceu a Jesus cedo em Cuba. “Lembro como me ensinaram a orar a Deus em todas as circunstâncias”, ele conta.
Estima-se que, até setembro do ano passado, mais de 13.200 escolas na África Central e Ocidental foram fechadas devido a conflitos e violência, afetando a educação de 2,5 milhões de crianças.