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Notícias do Campo Missionário
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Em 2019, a ação de grupos extremistas islâmicos em Burkina Faso se intensificou. Além do sequestro e do assassinato de líderes cristãos, os membros das igrejas foram forçados a abandonar os vilarejos em que viviam. As escolas foram interditadas e as igrejas receberam ameaças para interromper os trabalhos nas comunidades. A Portas Abertas tem acompanhado de perto a situação dos cristãos no país e convida a igreja brasileira para orar pelos irmãos e irmãs que enfrentam a acirrada perseguição no país.
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Desde 1996, a Unesco escolheu 16 de novembro para ser o Dia Internacional da Tolerância. A data serve para lembrar ao mundo que se as diferenças culturais não puderem ser celebradas, que sejam pelo menos respeitadas. Todos os anos, a Portas Abertas define o ranking de 50 países onde a liberdade de ser cristão está ameaçada. Qualquer hostilidade vivida como resultado da identificação da pessoa com Cristo seja em ações, atitudes hostis e palavras são consideradas como a falta de tolerância religiosa e contam para a classificação dessas nações na pesquisa.
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Seguir a Cristo teve consequências graves para Eldos, custou a saúde física e emocional do ex-muçulmano no Quirguistão. Em outubro de 2018, a casa dele foi invadida e ele apanhou de três extremistas islâmicos para que voltasse à antiga fé.
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Naomi e Eli Zoré criavam os 9 filhos em paz em Arbinda, norte de Burkina Faso. Então, em abril de 2019, extremistas acabaram com a calma do lugar e mudaram a vida de todos com os ataques. “Meu marido e eu estávamos em casa com nossas crianças, era um sábado. Após preparar o sermão de domingo, Eli me disse que estava indo encontrar um amigo. Ele nos deixou e eu fiquei preparando o jantar ”, lembra a cristã.
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Burkina Faso é um país com problemas políticos, econômicos, tribais e religiosos, e a intervenção de grupos extremistas islâmicos tem inflamado ainda mais a violência nos vilarejos localizados na região do Sahel, no norte do país. Após 27 anos de governo autoritário do ex-presidente Blaise Compaoré, essa região ficou isolada e tornou-se ideal para a presença de jihadistas.
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O estrago que o Boko Haram fez ao passar pelos vilarejos no estado de Adamawa, na Nigéria, marcou a vida da população e os muros de uma igreja. Com manchas de sangue, os extremistas islâmicos conseguiram amedrontar cristãos de retornarem às reuniões.
