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Notícias do Campo Missionário
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Já contamos o incidente envolvendo Khan*, cristão ex-muçulmano em um país na Ásia Central. Há cerca de um mês, pouco depois de ser batizado, ele foi agredido por parentes muçulmanos que o puniram por trair a fé islâmica. O cristão foi hospitalizado com ferimentos múltiplos e lesões. Os parentes expulsaram sua esposa, Aselya*, de casa e a culpam pela conversão do marido, visto que ela foi a primeira cristã na família.
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O assunto sobre a violência em Lokpoou, uma vila na Guiné, se espalhou rapidamente. Os cristãos foram expulsos da vila e não deveriam voltar nunca mais. Na Guiné, isso significa que você está em grandes problemas, porque sua vila é muito mais do que apenas a localização da sua casa. É todo o seu sustento: o campo onde você planta sua comida, onde vivem seus irmãos e irmãs e aqueles que lhe ajudam em cada passo da sua vida. Em resumo, tudo que é importante está em sua vila. Fora dela, você está sozinho em um mundo hostil.
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O último participante do treinamento para jovens líderes cristãos do Irã que apresentaremos é um rapaz. Seu nome é Samuel, ele tem 28 anos, usa barba e tem uma altura que faria você notá-lo sempre. Ele não apenas é um dos mais velhos no grupo, como também é um dos que são cristãos há mais tempo. Quando adolescente, seguiu os pais quando se converteram a Cristo.
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Quando Raj*, garoto indiano de 16 anos de quem já falamos, viu a mãe ser curada de artrite, ficou maravilhado. Porém, ele rapidamente descobriu que nem todo mundo ficou feliz por sua nova fé. “Alguns parentes me acusaram, dizendo que me tornei cristão porque eles ofereciam dinheiro.
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O fechamento de três igrejas protestantes no país norte-africano da Argélia, de maioria muçulmana, coincidiu com prisões de fiéis protestantes em meados de outubro.
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O tema do DIP 2020 é Cristãos ex-muçulmanos. Após a queda da Cortina de Ferro, o Irmão André anteviu que o islamismo se tornaria o maior desafio para a igreja. E assim aconteceu. Hoje o extremismo islâmico representa a maior ameaça à igreja. Ameaça que não está restrita ao Oriente Médio, mas que permeia grande parte da África Subsaariana e Sudeste Asiático, bem como todo Norte da África e Ásia Central. Além disso, se estende também a países que não são majoritariamente muçulmanos mas têm uma forte presença islâmica, como China e Índia. Dos 50 países da Lista Mundial da Perseguição 2019, 36 têm como religião predominante o islamismo.
