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Notícias do Campo Missionário
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Quando Daniel tinha 16 anos, sua família recebeu uma ameaça de morte da Al-Qaeda. Aos 29, ele não conseguiu ficar ileso à ocupação do Estado Islâmico (EI) em seu país, o Iraque. Hoje, como um líder cristão de 30 anos, Daniel mantém uma visão positiva de tudo o que aconteceu. Durante dois anos, ente 2014 e 2016, ele abrigou em sua igreja em Erbil centenas de cristãos que estavam deslocados internamente por causa do EI.
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Os pais e o pastor de Aisha, adolescente nigeriana que foi sequestrada por muçulmanos, prestaram queixa à polícia sobre o plano do casamento, mas a polícia – dizendo que não podia agir – disse que deveriam levar o caso ao presidente do governo local, o que seria muito difícil. Então, uma equipe da Fundação Cristã Hausa (HACFO, da sigla em inglês) foi verificar os fatos. O governo local negou saber o que estava acontecendo, associando isso a costumes e práticas islâmicas. Enquanto isso, a mãe de Aisha estava angustiada, chorando noite e dia.
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Os fundadores da New Life Pentecostal Church, no Cazaquistão, entraram com pedido para registrar a igreja pela segunda vez em maio de 2019. A partir disso, oficiais do governo começaram a fazer visitas noturnas aos membros da igreja com uma abordagem agressiva.
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As autoridades da Argélia ordenaram a oficiais a repressão severa às igrejas protestantes “subversivas” no país. Por conta disso, mais uma igreja foi fechada no dia 24 de setembro. Isso ocorreu em Boghni, no nordeste da província de Tizi Ouzou. Com o ocorrido, o número de igrejas fechadas pertencentes à Igreja Protestante da Argélia (EPA, da sigla em inglês) subiu para oito, de acordo com a organização de direitos Middle East Concern. A EPA é um grupo com 45 igrejas protestantes.
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O refugiado da Coreia do Norte Timothy Cho vive hoje em um país livre, mas compartilha que nasceu em um vilarejo a cerca de 200 quilômetros de um lugar chamado Campo de Concentração Yodok ou, em coreano, Kwan-li-so número 15, na Coreia do Norte. O lugar é chamado de “inferno na terra” e, recentemente, quatro pessoas da mesma família cometeram suicídio lá. A família estava no campo há cerca de seis meses e tirou a própria vida porque não tinha esperança de um dia ser livre da prisão.
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Em notícias anteriores, compartilhamos a história do pastor Lauro e sua família, do México, que foram expulsos da comunidade por não negar a fé em Jesus. Eles foram escoltados pelos líderes do vilarejo a uma outra aldeia em Ayontzitepec, onde foram abrigados em uma casa nos fundos de uma igreja. Eles viveram nessa casa por um ano, até que um membro da igreja lhes deu um terreno, onde Lauro construiu uma casa com a ajuda de outros cristãos.
