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Notícias do Campo Missionário
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Asghar Salehi e Mohammadreza Rezaei, cristãos persas convertidos da província de Fars, e outro cristão convertido receberam, cada um, seis meses de prisão por conta de sua fé e atividade cristã. Asghar, de 43 anos, deixou um sério vício e, após se converter a Jesus Cristo, conheceu Mohammadreza (35) e outros cristãos, que experimentaram problemas parecidos com vícios.
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No México, que ocupa a 39ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019, os três tipos principais de perseguição são corrupção e crime organizado, antagonismo étnico e intolerância secular. Muitos cristãos são vistos como obstáculos à atuação de gangues criminosas, especialmente quando estão engajados no trabalho com jovens e reabilitação de usuários de drogas. Por isso, eles enfrentam ataques, extorsão e até mesmo assassinato.
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O relatório da Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos (USCIRF, da sigla em inglês) sobre Cuba, conforme já divulgado, declarou que a mudança na liderança do país, em abril do último ano, que nomeou Miguel Díaz-Canel como novo presidente, “não resultou em um aumento na liberdade religiosa”.
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O atual pastor Lauro Nuñez Perez, de uma pequena igreja evangélica rural no México, sabe muito bem o que significa ser perseguido por ser cristão e como permanecer firme em meio à tempestade. Por se converter a Cristo, ele e a esposa, Amalia, foram expulsos de La Chachalaca, um vilarejo no estado sulino de Oaxaca, no México, onde a família sempre viveu.
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Em lugares do México, onde organizações criminosas têm quase o controle absoluto, aplicar leis relacionadas ao direito de professar livremente a fé religiosa é um problema não resolvido. A questão piora por não haver, ou ter muito pouco, a presença de forças de segurança oficiais nas áreas rurais remotas, deixando comunidades inteiras à mercê de grupos criminosos. “Em áreas controladas pelo crime organizado, o cumprimento da liberdade religiosa é um grande problema”, afirma um relatório publicado recentemente pelo Observatório de Liberdade Religiosa na América Latina. O relatório também explica que, apesar da violência ter um impacto geral, afeta principalmente cristãos.
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No período de análise da Lista Mundial da Perseguição 2019 (entre 01 de novembro de 2017 e 31 de outubro de 2018) a intolerância religiosa, a violência criminosa, a corrupção e a insegurança na Colômbia contribuíram para a morte de líderes religiosos, roubo a igrejas e ameaças de morte dirigidas a cristãos. A violência também se intensificou em comunidades indígenas, onde cristãos têm experimentado discriminação, desapropriação de propriedades, incômodos, privação de liberdade, negação de comida e itens básicos e abuso físico.
