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Notícias do Campo Missionário
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Escolher seguir a Jesus no Irã tem custado caro para Asghar Salehi, Mohammadreza Rezaei e outro cristão. Eles foram condenados a seis meses de prisão por causa da fé e de atividades cristãs. Em setembro de 2018, as casas deles foram invadidas por agentes da inteligência iraniana e os cristãos foram detidos. Ashgar passou por um longo interrogatório de três dias e ficou preso em Eghlid por mais oito dias. Sob fiança, o cristão foi libertado.
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Deixar de adorar a natureza e os animais e incentivar os filhos a irem à escola são algumas das transformações que os cristãos no Vietnã têm após um encontro com Jesus. Esses fatores também são motivos que os aldeões encontram para perseguir as pessoas que mudam a fé.
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Os meios acadêmicos iranianos também podem ser locais para a propagação de intolerância religiosa. A aluna Fatemeh Mohammadi foi expulsa da Universidade de Teerã na véspera de fazer os exames de inglês. A ação não foi justificada, mas tem se repetido com alunos de minorias religiosas. A cristã já teve problemas para obter o cartão de estudante, com a justificativa de que ela era “virtualmente inelegível” para frequentar as aulas, e depois a proibição tornou-se oficial.
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Os cristãos chineses enfrentam dois gigantes quando o assunto é perseguição: o governo comunista e o extremismo budista. As igrejas clandestinas são proibidas e quando alguma é descoberta, é fechada imediatamente.
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Os cristãos iraquianos estão apreensivos com as possibilidades de retaliação do Irã pela morte do general Qassam Soleimani, no dia 3 de janeiro. O veículo onde o segundo homem mais poderoso do Irã estava foi atingido por um bombardeio autorizado pelo presidente americano, Donald Trump.
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Enfrentar a prisão por amor a Cristo é uma das consequências que os cristãos têm enfrentado desde os tempos bíblicos. No Irã, a família do pastor Victor Bet-Tamraz passa por isso desde que ele e a esposa foram condenados a 10 e 5 anos de prisão, respectivamente, por ações contra a segurança nacional.
