Na sexta-feira, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos classificaram o surto de hantavírus em curso como de “nível 3”, de acordo com uma reportagem da ABC News.
Citando diversas fontes, o relatório afirmou que o CDC ativou seus Centros de Operações de Emergência, indicando a formação de uma equipe de resposta a emergências.
Segundo a ABC, a equipe pode incluir epidemiologistas, cientistas e médicos.
O relatório observou que a designação de “nível 3” é padrão nesta fase e é o nível mais baixo de ativação de emergência do CDC, com a agência monitorando ativamente o progresso do vírus .
Também na sexta-feira, foram relatados dois novos casos suspeitos de hantavírus, enquanto especialistas correm contra o tempo para conter um surto que começou em um navio de cruzeiro de luxo.
O cruzeiro partiu da Argentina em março com cerca de 150 passageiros e fez escalas na Antártida e em outros locais antes de seguir para o norte, até as águas próximas a Cabo Verde, a oeste da África, onde ficou retido brevemente esta semana após a divulgação das notícias sobre os casos.
A resposta dos EUA pode ser prejudicada pela retirada da OMS.
O relatório citou autoridades de saúde que afirmaram que, com a saída dos EUA da organização, esta pode não ter acesso imediato aos dados de vigilância do vírus e às informações de rastreamento de contatos para casos ligados ao navio de cruzeiro que transportou os primeiros casos relatados do vírus mortal.
Segundo o relatório, esse tipo de rastreamento pode ajudar a prevenir novas infecções.
