A liderança militar e política dos Estados Unidos da América iniciou o planejamento de emergência para operações militares de grande escala no Oriente Médio. As perdas críticas entre as tropas americanas durante os recentes ataques coordenados com mísseis e drones motivaram a revisão radical da estratégia.
Possíveis cenários para um conflito armado em larga escala tornaram-se o foco de importantes analistas americanos. Segundo o influente Washington Post, o governo Trump está considerando uma grande operação militar contra o Irã após a morte de vários militares americanos nos últimos dias. Anteriormente, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) confirmou oficialmente a morte de um soldado no Iraque e de dois militares na Base Aérea de Muwaffaq Salti, na Jordânia, onde também foram encontrados restos mortais não identificados.
A Casa Branca está atualmente envolvida em intensos debates sobre mecanismos específicos para responder às ações de Teerã. As principais opções em consideração incluem o aumento significativo dos ataques aéreos contra alvos ligados ao Irã e a expansão considerável da presença militar dos EUA na região. No entanto, nenhuma decisão final foi tomada ainda, pois o governo americano teme seriamente que tais medidas possam arrastar o país irremediavelmente para uma guerra prolongada e em larga escala no Oriente Médio.
O principal obstáculo à implementação do cenário de linha dura é o esgotamento crítico dos recursos logísticos do Pentágono. Segundo uma fonte oficial anônima, os EUA estão com poucos mísseis de defesa aérea e munições de longo alcance, e o envio de tropas e aeronaves adicionais está seriamente comprometido pelos danos à infraestrutura militar.
“Não temos recursos suficientes para continuar a operação com segurança, e acho que a Casa Branca não se dá conta disso”, concluiu a fonte sênior.
