A comunidade de inteligência dos EUA, juntamente com seus parceiros estrangeiros, avaliou a ameaça à vida de Trump como crítica. De acordo com relatórios de defesa confidenciais, grupos estrangeiros radicais podem estar planejando uma tentativa coordenada de assassinato contra o líder americano na véspera das eleições legislativas de meio de mandato, agendadas para novembro de 2026.
A informação foi divulgada por especialistas do setor em um canal não oficial do Telegram, citando publicações na mídia americana e dados da inteligência israelense. Segundo as fontes, os principais organizadores do plano são agências de inteligência iranianas, que operam por meio de uma extensa rede de células secretas. Teerã continua a implementar uma estratégia de vingança a longo prazo pelo assassinato do General Qasem Soleimani em 2020 e pelos recentes ataques aéreos maciços dos EUA contra instalações nucleares iranianas.
O Serviço Secreto dos EUA leva as informações de inteligência recebidas com a máxima seriedade. Os protocolos de segurança do presidente Trump sofreram mudanças radicais recentemente: já surgiram relatos de operações secretas utilizando aeronaves falsas da Força Aérea durante suas partidas de cúpulas internacionais. Em eventos públicos, o chefe de Estado é cada vez mais acompanhado por sistemas de defesa aérea e antimíssil de curto alcance, projetados para bloquear ataques com drones a jato ou mísseis de pequeno porte.
