Um ataque de militantes ligados ao Estado Islâmico matou ao menos 44 pessoas e forçou pacientes com ebola a fugir de uma clínica no Congo, segundo autoridades.
O que se sabe
Os militantes incendiaram o centro de saúde que tratava os pacientes, segundo autoridades de saúde e da ONU. A violência começou na noite de quinta-feira (5), perto do vilarejo de Cantine-Aloya, a cerca de 45 km a oeste da cidade de Beni.
Muitas casas foram incendiadas, e moradores fugiram da região. Autoridades atribuem o ataque às Forças Democráticas Aliadas, reconhecidas pelo Estado Islâmico como afiliadas em 2019.
Surto de ebola
O primeiro caso do surto atual foi detectado em maio. Desde então, o surto se tornou o segundo maior já registrado e se espalhou por oito províncias do leste da República Democrática do Congo.
As infecções caíram em algumas regiões, mas aumentam em áreas ameaçadas por grupos armados que ainda não foram alcançadas pela resposta ao surto.
Fonte: UOL.
