“Eles não te querem lá. Você deveria ser realocado”, Trump teria dito a Netanyahu, de acordo com a fonte oficial.
As fontes afirmaram que não houve mudanças no terreno e que não havia indícios de que a situação mudaria em breve.
Em meio aos acontecimentos, Netanyahu estaria pressionando por uma reunião com Trump na Casa Branca, informou o Walla na noite de terça-feira.
Nem a Casa Branca nem o gabinete do primeiro-ministro confirmaram a possibilidade de uma reunião.
As negociações entre Israel e Líbano continuam em Roma.
O acordo, assinado em 26 de junho em Washington, tem como objetivo desarmar o grupo terrorista libanês Hezbollah e facilitar a retirada das tropas das Forças de Defesa de Israel (IDF) do sul do Líbano.
Nos termos do acordo-quadro, Israel concordou em retirar tropas de duas áreas, permitindo que o exército libanês assumisse o controle das zonas e implementasse medidas para desarmar o Hezbollah.
A ligação entre Trump e Netanyahu teria ocorrido após o encontro de Trump com o presidente sírio.
A ligação também teria ocorrido um dia depois de Trump se reunir com o presidente sírio Ahmed Al-Sharaa à margem da cúpula da OTAN em Ancara, na Turquia.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que a decisão de retirar a designação se deveu a “mudanças positivas e ações antiterroristas tomadas pelo governo sírio sob a presidência de Ahmed al-Sharaa” e que isso abriria a Síria para mais oportunidades de comércio internacional.
