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Notícias do Campo Missionário
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Thuan* e a esposa Bich* vieram à fé recentemente, após ouvirem o testemunho de um amigo. O casal vive em uma das províncias mais populares no nordeste do Vietnã, onde acreditar em qualquer outra crença ou deuses que não sejam os locais, especialmente em Cristo, é considerado uma traição à família e ao país.
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Sujit* é um líder cristão que estava tentando construir uma igreja na Índia em 2017. No entanto, extremistas hindus destruíram a construção que estava em andamento – não apenas uma, mas três vezes. Na terceira vez, Sujit foi avisado de que o ataque estava ocorrendo e foi ao local da construção da igreja para confrontar os extremistas. Ao tentar impedi-los, Sujit foi agredido fisicamente; os extremistas bateram em sua cabeça com um tijolo e ele precisou ser levado às pressas ao hospital.
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Quando Daniel tinha 16 anos, sua família recebeu uma ameaça de morte da Al-Qaeda. Aos 29, ele não conseguiu ficar ileso à ocupação do Estado Islâmico (EI) em seu país, o Iraque. Hoje, como um líder cristão de 30 anos, Daniel mantém uma visão positiva de tudo o que aconteceu. Durante dois anos, ente 2014 e 2016, ele abrigou em sua igreja em Erbil centenas de cristãos que estavam deslocados internamente por causa do EI.
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Os pais e o pastor de Aisha, adolescente nigeriana que foi sequestrada por muçulmanos, prestaram queixa à polícia sobre o plano do casamento, mas a polícia – dizendo que não podia agir – disse que deveriam levar o caso ao presidente do governo local, o que seria muito difícil. Então, uma equipe da Fundação Cristã Hausa (HACFO, da sigla em inglês) foi verificar os fatos. O governo local negou saber o que estava acontecendo, associando isso a costumes e práticas islâmicas. Enquanto isso, a mãe de Aisha estava angustiada, chorando noite e dia.
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Os fundadores da New Life Pentecostal Church, no Cazaquistão, entraram com pedido para registrar a igreja pela segunda vez em maio de 2019. A partir disso, oficiais do governo começaram a fazer visitas noturnas aos membros da igreja com uma abordagem agressiva.
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As autoridades da Argélia ordenaram a oficiais a repressão severa às igrejas protestantes “subversivas” no país. Por conta disso, mais uma igreja foi fechada no dia 24 de setembro. Isso ocorreu em Boghni, no nordeste da província de Tizi Ouzou. Com o ocorrido, o número de igrejas fechadas pertencentes à Igreja Protestante da Argélia (EPA, da sigla em inglês) subiu para oito, de acordo com a organização de direitos Middle East Concern. A EPA é um grupo com 45 igrejas protestantes.
