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Notícias do Campo Missionário
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Hoje, 1 de outubro, a República Popular da China comemora 70 anos de existência. Repetidas vezes, as igrejas “se transformaram” para evitar o pêndulo de perseguição que oscila de espancamentos, ataques, prisões e batidas policiais, à relativa liberdade e depois volta à perseguição. Ao longo das últimas décadas, a igreja na China testemunhou os altos e baixos de avivamento e sofrimento e evoluiu como uma igreja refinada pelo fogo.
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Conforme já compartilhamos, após aprovação da nova Constituição, houve um enfraquecimento na liberdade religiosa no país. Uma das formas utilizadas para restringir práticas religiosas é negando acesso a mídias estatais para comunidades religiosas. Isso limita a possibilidade de educação religiosa e a provisão de recursos humanitários e pastorais.
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Asghar Salehi e Mohammadreza Rezaei, cristãos persas convertidos da província de Fars, e outro cristão convertido receberam, cada um, seis meses de prisão por conta de sua fé e atividade cristã. Asghar, de 43 anos, deixou um sério vício e, após se converter a Jesus Cristo, conheceu Mohammadreza (35) e outros cristãos, que experimentaram problemas parecidos com vícios.
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No México, que ocupa a 39ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019, os três tipos principais de perseguição são corrupção e crime organizado, antagonismo étnico e intolerância secular. Muitos cristãos são vistos como obstáculos à atuação de gangues criminosas, especialmente quando estão engajados no trabalho com jovens e reabilitação de usuários de drogas. Por isso, eles enfrentam ataques, extorsão e até mesmo assassinato.
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O relatório da Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos (USCIRF, da sigla em inglês) sobre Cuba, conforme já divulgado, declarou que a mudança na liderança do país, em abril do último ano, que nomeou Miguel Díaz-Canel como novo presidente, “não resultou em um aumento na liberdade religiosa”.
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O atual pastor Lauro Nuñez Perez, de uma pequena igreja evangélica rural no México, sabe muito bem o que significa ser perseguido por ser cristão e como permanecer firme em meio à tempestade. Por se converter a Cristo, ele e a esposa, Amalia, foram expulsos de La Chachalaca, um vilarejo no estado sulino de Oaxaca, no México, onde a família sempre viveu.
