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Notícias do Campo Missionário
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O refugiado da Coreia do Norte Timothy Cho vive hoje em um país livre, mas compartilha que nasceu em um vilarejo a cerca de 200 quilômetros de um lugar chamado Campo de Concentração Yodok ou, em coreano, Kwan-li-so número 15, na Coreia do Norte. O lugar é chamado de “inferno na terra” e, recentemente, quatro pessoas da mesma família cometeram suicídio lá. A família estava no campo há cerca de seis meses e tirou a própria vida porque não tinha esperança de um dia ser livre da prisão.
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Em notícias anteriores, compartilhamos a história do pastor Lauro e sua família, do México, que foram expulsos da comunidade por não negar a fé em Jesus. Eles foram escoltados pelos líderes do vilarejo a uma outra aldeia em Ayontzitepec, onde foram abrigados em uma casa nos fundos de uma igreja. Eles viveram nessa casa por um ano, até que um membro da igreja lhes deu um terreno, onde Lauro construiu uma casa com a ajuda de outros cristãos.
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Ore pela família de um cristão da Índia que recentemente foi linchado por extremistas hindus. O cristão Kalantus Barla, de 38 anos, é de uma vila chamada Gopalpur, na cidade de Ranchi, estado de Jharkhand. No dia 22 de setembro, ele trabalhava na cidade de Chennai quando cerca de 15 homens o atacaram, acusando de roubar carne no mercado local.
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A sociedade do Kuwait está se tornando mais conservadora, produzindo assim um ambiente mais hostil aos cristãos, especialmente ex-muçulmanos. O governo por certo permitirá que isso continue, desde que não se sinta desafiado na administração do poder, para apaziguar os grupos islâmicos radicais na sociedade. A média de pressão para os cristãos tem se mantido em um nível muito alto (11,7), apesar de ter baixado de 12,2, referente ao ano anterior. Essa queda é devida, principalmente, a relatos de níveis de pressão mais baixos aos convertidos que não são do Kuwait.
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Como a perseguição na Índia continua a crescer, é vital que a igreja seja equipada para perseverar. Os parceiros locais da Portas Abertas realizam seminários em todo o país para preparar líderes cristãos e ajudá-los a educar suas igrejas sobre perseguição e respostas bíblicas a elas.
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Neste Dia Internacional da Não Violência, voltamos nossos olhos ao México, um dos lugares mais perigosos do mundo para pregar. Essa realidade é ilustrada pelas estatísticas de uma organização sem fins lucrativos, com base no México, segundo a qual, entre 2012 e 2018, um total de 26 líderes cristãos foram mortos violentamente, dois desapareceram sem rastro e muitos outros foram alvos de sequestros.
