A Polônia, membro da OTAN e da UE (União Europeia), mobilizou caças como medida preventiva após o ataque da Rússia à Ucrânia nesta quarta-feira (1°), informaram as Forças Armadas polonesas em uma publicação na rede social X.
“Essas ações têm caráter preventivo e visam garantir a segurança e a proteção do espaço aéreo, especialmente nas áreas adjacentes às regiões ameaçadas”, dizia a publicação.
Algumas horas após o anúncio, as autoridades polonesas afimaram que os voos dos caças foram suspensos.
As Forças Armadas também informaram que nenhuma violação do espaço aéreo foi registrada.
Ataques a Kiev
Pelo menos 16 pessoas ficaram feridas após uma série de explosões em Kiev, segundo o prefeito Vitali Klitschko, ao longo da noite de quarta-feira (1) e nas primeiras horas de quinta-feira (2), no horário local.
As forças russas atacaram a capital ucraniana com drones e mísseis durante a noite ao atingirem edifícios residenciais e provocando um incêndio em um hotel em um boulevard central.
Klitschko escreveu no Telegram que o telhado do hotel estava em chamas.
Imagens publicadas online mostraram um incêndio fora de controle no topo do prédio, localizado no boulevard central Shevchenko.
Em uma publicação posterior no Telegram, Klitschko afirmou que Kiev também foi alvo de um ataque com mísseis balísticos, com cinco pessoas feridas em um dos distritos centrais. Um correspondente da Reuters disse ter ouvido múltiplas explosões na cidade.
Pessoas ficaram presas em um edifício residencial de nove andares danificado, e o telhado de outro prédio de apartamentos de vários andares também estava em chamas, acrescentou Klitschko.
Outras imagens em canais não oficiais do Telegram mostravam moradores se aglomerando em estações subterrâneas.
O presidente Volodymyr Zelensky havia alertado anteriormente que relatórios de inteligência indicavam a possibilidade de um ataque noturno ao país e afirmou que encurtaria sua estadia em Dublin, onde estava para o início da presidência rotativa de seis meses da União Europeia pela Irlanda.
Fonte: CNN.
