Há centenas de anos, pessoas em diferentes culturas fazem a mesma pergunta: quando chegará o fim do mundo? Logo em seguida, vem a curiosidade inevitável: de que forma ele aconteceria?
Assim, há quem acredite em uma data já marcada para isso, tendo em conta profecias milenares ou pretensas previsões científicas.
No Império Romano, já existiam várias profecias sobre o fim dos tempos.
Mas o Apocalipse de São João (ou Livro do Apocalipse) é, talvez, o texto bíblico mais influente sobre os sinais que anunciarão este momento. No entanto, não inclui uma data específica.
De acordo com a interpretação mais difundida do calendário maia, o mundo iria acabar em dezembro de 2012.
Mas aquela civilização poderia estar falando do fim de um ciclo e início de outra era, não do fim definitivo da raça humana, acreditam alguns.
Houve também quem interpretasse as lendas dos vikings sobre o Ragnarök (a batalha do fim do mundo), colocando a data final do planeta em 2014.
A passagem do cometa Halley pelo céu, em 1910, provocou uma onda coletiva de medo do fim do mundo. Isso porque a astrônoma francesa Camille Flamarion disse a meios de comunicação como The New York Times que, quando isso acontecesse, “o gás cianogênio permearia a atmosfera e possivelmente extinguiria toda a vida no planeta”.
Muita gente acreditava que, na virada do século, haveria um colapso tecnológico, o chamado “Efeito do Ano 2000”. O caos seria instalado e não sobraria ninguém para contar a históra.
Outra profecia do século XX foi aquela feita no livro ’88 Reasons Why the Rapture Will Be in 1988′, pelo engenheiro da NASA e pesquisador bíblico, Edgar C. Whisenant.
O arrebatamento (metáfora evangélica para o fim dos tempos) aconteceria em 1988. Edgar C. Whisenant vendeu quase cinco milhões de livros e o mundo não acabou.
